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Dengue: Tire suas dúvidas!

Para desmistificar o tema, Paulo Falanghe,  pediatra e diretor da CDVac (Centro de Vacinação) fala sobre os sintomas e cuidados.

Para se ter uma ideia da gravidade do assunto, em abril, Piracicaba havia confirmado 341 casos de dengue neste ano, o que representa média de três registros ao dia. A expectativa da Secretaria Municipal de Saúde era que esse número crescesse (ainda que em menor quantidade) a partir do início de maio.

Dr. Paulo Tadeu Falanghe, pediatra e diretor da CdVac (Centro de Vacinação) de Piracicaba afirma que, de uma maneira geral, assim como em todo o Brasil, Piracicaba apresenta nesta época surto de casos de dengue, sendo relativamente comum a observação no atendimento em clínicas, consultórios, unidades de saúde e hospitais.

"A incidência da dengue aumenta no verão e em dias quentes e úmidos. O vírus da dengue é um grande problema de saúde pública do país”, diz.

Confira abaixo a entrevista com o Dr. Paulo sobre o tema, que é de extrema importância para todos:

1. Existem casos diferentes de Dengue?

Dr. Paulo Falanghe: Existem quatro tipos de vírus da dengue. Portanto, é possível ser infectado até quatro vezes. Após a infecção, o corpo fica permanentemente imune contra o sorotipo que o atacou.
De uma maneira geral, pode-se dizer, porém não afirmar de forma absoluta, que os casos de primeira infecção ao vírus tendem a ser mais leves e com menos complicações. Porém, a recidiva tende a causar mais preocupações pelas possibilidades de incidências das manifestações mais graves da doença.
 

2. Quais os sintomas mais comuns?

Dr. Paulo Falanghe: A dengue provoca, entre outras coisas, uma inflamação nos vasos sanguíneos. Em decorrência disso, os sintomas são:

Febre acima de 38,5˚ C;
Dor de cabeça, dores nas articulações e musculares intensas;
Dor ao movimentar os olhos;
Mal-estar;
Falta de apetite;
Enjoo e vômitos;
Manchas vermelhas no corpo.

Nos casos de dor intensa na barriga, vômitos persistentes, acúmulo de líquidos nas cavidades do corpo (abdômen, coração e pulmão), sangramentos, pressão baixa e aumento do fígado são sinais de que há risco de se agravar, o que costuma acontecer após melhora da febre. Essa é a dengue hemorrágica, hoje chamada de dengue grave. Na maioria dos casos, os sintomas da dengue duram até dez dias. Mas a fraqueza e mal-estar podem permanecer por algumas semanas.
 

3. O que fazer em caso de suspeita?

Dr. Paulo Falanghe: O ideal é procurar ajuda médica o quanto antes. Em caso de suspeita de Dengue, se o paciente apresenta os sintomas clássicos, geralmente a detecção é feita própria avaliação médica. Mas o diagnóstico também pode ser confirmado com um exame de sangue. Nesse caso, ele é realizado de acordo com a fase da doença e da disponibilidade nos serviços de saúde.
 

4. Todos nós devemos ficar atentos ou as crianças são a principal preocupação?

Dr. Paulo Falanghe: As crianças sempre representam uma preocupação por dependerem de outras pessoas a socorrerem e permitirem a realização de diagnósticos o mais precocemente possível. Neste item, destaca-se, entre outros, o papel fundamental da mãe, que a qualquer momento e/ou situação tem sempre o foco dirigido a seus filhos. Costumo dizer que a mãe só está bem quando sabe que seus filhos também estão.

De uma maneira geral, é importante o estado de saúde do indivíduo acometido pelo vírus da Dengue através da picada do mosquito, bem como se é caso de primeira infecção por Dengue ou não, visto que a re-infestação apresenta maiores probabilidades de casos com complicações.
 

5. Como é o tratamento?

Dr. Paulo Falanghe: Normalmente, a cura da Dengue é espontânea, conforme o próprio corpo debela o vírus da dengue. O paciente só vai a óbito nos casos graves e, em geral, quando não recebe tratamento inicial adequado. Não há tratamento específico. O que se faz é aliviar os sintomas e tentar evitar as formas graves, sempre de acordo com avaliação do profissional de saúde.

As orientações para quem está infectado são: fazer repouso, ingerir bastante líquido e nunca tomar medicamentos por conta própria.

Pessoas infectadas por subtipos diferentes do vírus da Dengue em um período de seis meses a três anos podem ter uma evolução para formas da doença com complicações.
 

6. Existe vacina para Dengue?

Dr. Paulo Falanghe: Atualmente, a Dengvaxia é a única vacina aprovada atualmente no mundo e que demonstrou segurança e eficácia na prevenção dos quatro sorotipos da dengue.

A Dengvaxia é aplicada em adultos, adolescentes e crianças dos 9 aos 45 anos de idade com infecção prévia por dengue e que moram em áreas endêmicas. A infecção prévia por dengue pode ser avaliada por meio de histórico médico de dengue ou confirmada em teste de laboratório ou soroteste.

Esta vacina está disponível apenas em clínicas particulares, sendo conhecido o estudo de outras vacinas para a Dengue para o sistema público.

Mesmo com a vacinação, a pessoa não deve se descuidar com os outros importantes cuidados preventivos da doença.
 

7. Como prevenir?

Dr. Paulo Falanghe: As principais medidas são:

– Evite o acúmulo de água: jogue fora pneus velhos, vire garrafas com a boca para baixo e, caso seu quintal seja propenso à formação de poças, realize a drenagem do terreno. Não se esqueça também de lavar a vasilha de água do seu bicho de estimação regularmente e manter fechadas tampas de caixas d’água e cisternas. Coloque areia nos vasos de plantas e evite o uso de pratos que podem acumular a água.

– Use repelente: o uso de repelentes, principalmente em viagens ou em locais com muitos mosquitos, é um método eficaz para se proteger contra a dengue. É recomendado o uso de produtos industrializados, pois repelentes caseiros, como andiroba, cravo-da-índia, citronela e óleo de soja não possuem grau de repelência o suficiente para manter o mosquito longe por muito tempo.

– Coloque desinfetante nos ralos: alguns ralos são rasos e conservam água estagnada no interior. Nesse caso, o ideal é que ele seja fechado com tela ou seja higienizado com desinfetante.

– Limpe as calhas: grandes reservatórios, como caixas d’água, são os criadouros mais produtivos de dengue, mas as larvas do mosquito podem ser encontradas em pequenas quantidades de água também. Para evitar isso, as pequenas poças, calhas e canos devem ser checados todos os meses, pois um leve entupimento pode criar reservatórios ideais para o desenvolvimento do Aedes aegypti.

– Coloque tela nas janelas: isso ajuda a proteger sua família contra o mosquito da dengue.
 

Lembre-se sempre que a prevenção é o melhor caminho e que suas ações dentro de casa refletem na saúde de toda a população. Por isso, vamos fazer a nossa parte!

Entrevista cedida pelo @blogmundomae e www.blogmundomae.com.br

27/05/2019 Biotipo Nenhum Comentário   126

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